
Decimo Primeiro Capitulo
Noticias
July Sorria. Erick havia lhe causado uma onda de alegria e
de dor. Alegria porque havia se divertido muito com o amigo. E dor pois todo o
seu corpo doía. A primeira seção de fisioterapia havia lhe causado algumas
dores. Todavia sabia que as dores estavam muito mais brandas depois da seção do
que antes.
Sonhava com sua recuperação.Com o momento em que estaria
plenamente recuperada. Afinal queria começar de novo. Uma nova vida, mas estava
limitada. John tinha conseguido fazer de sua vida algo inferior. O odiava com
todas as forças. E o temia acima de tudo. Não se imaginava mais uma vez naquele
porão. Sabia que não sobreviveria se retornasse para lá.
Seu olhar se voltou para Brass. Devia a sua vida ao macho.
Não só a resgatou do pesadelo que viva como também havia se “casado” com ela,
para que pode-se obter cidadania espécie. E o direito de viver atrás dos muros
da Reserva.
Gostava do macho. O achava realmente bom, porem havia algo
que ela mesma não compreendia; Tinha a impressão que havia algo escondido em
Brass. Como um segredo ou talvez apenas uma barreira que a impedia de conhecer
o seu coração.
Mas a proximidade de seu corpo fazia ela se esquecer do seu
lado sentimental e apenas notar a virilidade e o magnetismo que o macho exercia
sobre ela. July sentia a ausência das linhas de raciocínio coerentes dentro do
seu cérebro quando se tratava de Brass. Só havia ele. O seu sorriso, com as
presas que simplesmente achava encantadoras. E também o seu cheiro que
aparentemente estava incorporado a casa dês do momento em que ele retornou e
também o seu corpo e as suas grandes mãos. Tão grandes que faziam ela delirar
só de olhas. Desejava profundamente poder tocar o seu corpo. Desejava estar
curada para seduzi-lo. Jamais deixaria Brass ir. Admitia a si mesmo que havia
se apaixonado pelo cara em menos de 24 horas.
__Julys – Sussurrou no seu ouvindo aperando os seus ombros
delicadamente. – Está distante querida?
Abaixou mais a cabeça e beijou de leve os ombros finos da
mulher. Começou a distribui-los pela extensão da área do pescoço. E suas mãos
massageavam os ombros da mulher.
__E-eu. – Respirava com dificuldade. Sua respiração estava
pesada. Estava ofegante e sentia corpo de aquecer cada vez mais. Brass afastou com os lábios a Blusa azul de
Julia. Suas mãos entram por dentro dela.
O contado da mão firme do macho contra a sua pele. Tornou o
corpo de July quente e mole.
__O que você quer July? – Sua Profunda e rouca. Foi algo tão
sexy que mesmo ela, que havia conhecidos homens famosos e muito bonitos,
começou a vê-los como meras tentativas falhas de chegar aos pés do macho
espécie. –O que vamos fazer ... Para o Jantar? – Ao completar a frase ele
começou a raspar sua presa no seu pescoço.
__O q-q-q-eu v-v-ocê quiser. – Disse gaguejando.
__Ultimamente estou com muita vontade que comer algo doce. –
disse o macho. Sua voz saiu profunda juntamente com um leve rosnando. E Julia
sentia uma certa latente unidade crescendo cada vez mais. – Algo tão doce quanto você.
Julia gemeu com a afirmação. Seu corpo se estremeceu e os
pelos do corpo arrepiaram.
__Mas, primeiro vamos fazer o jantar e depois vamos para a
sobremesa. O que tem em mente querida? – As mãos de Brass descerão até os
fartos seios da morena. Sentido a mão se encher com os eles, e ainda havia mais
que não está apanhado pelas suas mãos de Brass. O macho massageava com rapidez
os seios da mulher e sua boca beijava o pescoço da mulher.
Gemidos saiam da boca de July.
__Vooo-cê. – Respondeu com muita dificuldade a pergunta do
macho espécie. Brass sorriu com a resposta. Retirou as mãos dos seios de Julia,
e desgrudou os lábios do pescoço delgado da humana. Um gemido de protesto
partiu de July.
__Você tambem é algo que eu tenho muito em mente, meu doce.
Mas por enquanto tenho que alimenta-la . Ou vão me cortar as bolas foras. Você
teve um dia longo e cansativo. Vou fazer o jantar e mais tarde... – O Macho
parou quando mais uma vez apertou um dos seios da mulher. –E vou comer a MINHA
sobremesa.
July gemeu. Sentindo sua calcinha alagada. Queria disser ao
macho que não se importava de servir a sobremesa primeiro. Mas era tímida de
mais para isto. E também não conseguia formular uma fase coerente. Sua mente
estava saturada de Brass e as coisas com que só ele causava no seu corpo.
Então deve que se contentar em ver o macho sentar-se na
poltrona e pegar o telefone. Brass pediu para entregar o jantar na cabana. O
ouviu perguntar sobre o que ela gostaria de jantar e ela apenas respondeu que
aceitaria qualquer coisa.
Julia sentia o seu corpo queimando. Não estava interessada
na comida. Queria o macho espécie e suas mãos magica em seu corpo. Começou a
pensar o que tinha que fazer para conseguir sexo de Brass.
Admitia o medo que sentia. Mesmo tendo sido casado no
passado John havia feito sexo com ela poucas vezes. Em 3 anos de casamento
haviam tido apenas 6 vezes juntos. No começo ele sempre dizia que estava
ocupado. Quando tentou “animar” as coisas ele havia a chamando de vadia.
July também não poderia comparar o pênis de Brass com o de
John. July sabia que John não era um dos “grandes”, mas não ligou muito para
este fato na época. Contudo Brass é muito maior que seu ex marido. Ela achava
que era maior que qualquer homem humano.
Não que ela soubesse por experiência própria. Ela era apenas
a Nerd que distribuía sopa para os pobres e ajudava crianças de orfanatos carentes
a serem adotadas. Os garotos na sua época de escola jamais a olhavam assim. E
ela nunca, nem mesmo na faculdade, sonhou em ter chances com o homem como
Brass.
Sorriu ao pensar na cara das “It girls” da sua escola, se
elas soubessem que ela estava dormindo com um nova espécie bonitão.
O cheiro de excitação de July chegou ao nariz de Brass. E
foi o que faltava para o macho sentir o seu pau começar a se encher cada vez
mais. E ficar duro como rocha. Esteve acumulando tanto desejo por Julia.
Minha – Ecoava em
sua mente. E a imagem do seu pau se afundando duramente no interior da mulher.
Começou imaginar
formas de manter o que havia prometido a Joyce, mas já havia mandado pro
espaço. Por que não seria capaz de recuar agora. Já estava decidido que ela
seria sua.
Não havia mais como mudar. O seu cheiro já havia se tornado um vício.
Reconheceu que havia perdido o jogo. July já havia
conseguido a sua mente. E o macho sabia que faltaria exatamente muito pouco
para ter o seu coração.
Brass olhou para Julia. Apenas se olharam. O silencio
começou a pesar na sala. Brass viu a dor que July carregava, assim como os seus
medos e o desejo que ela sentia. July era uma pessoa fácil de ler.
Todavia o que July viu no olhar de Brass foi aquecedor e ao
mesmo tempo enigmático. Para ela havia um muro ao redor dos sentimentos de
Brass. Um escudo que impedia que conhecer o seu coração, mas o seu desejo era nítido.
Tão claro que a fazia sentir nua quando ele a olha. Ela considerava obscena a
forma com que os seus olhos castanhos ficaram mais escuros e brilhantes. O seu cabelo
também castanho emoldurava o rosto másculo de uma forma tão quente que seria
capaz que derreter até a mais frigida das mulheres.
Ela se perguntou quando tempo levaria para se apaixonar por
ele. Brass era quente. Em toda á essência da palavra. E não era apenas a casca.
Julia sentia que havia muito mais em seu interior. Não era superficial.
Gostaria de conhecer mais de Brass. Sabia que somente o tempo poderia revelar
mais sobre ele. E claro se ela for capaz de quebrar a barreira que ele havia
criado ao seu redor.
O som da campainha tocando tirou ambos de suas reflexões. Brass
se levantou e caminhou ate a porta.
__Será que é a comida? Você acabou de pedir. – Comentou July
com Brass.
__Vou ver quem é. – Respondeu o macho.
Ao abrir a porta se deparou com Jorge Owen na sua porta. Com
um grande sorriso e uma caixa nos braços.
Brass abriu a porta e deu espaço para que o Juiz estresse.
__Bonequinha! – Chamou o homem de meia idade. – Brass você
poderia, por gentileza, por isto na cozinha?
Brass pegou a caixa sobre um pedido de cuidado do homem. Brass
foi caminhado em direção a cozinha. Enquanto Owen se sentou ao lado da filha.
__Oi, como você esta ? – Perguntou o homem beijando os
cabelos da filha. Jorge gostou de ver que sua menina estava bonita. Parecia ter
engordado. E suas bochechas estavam coradas.
__Estou muito bem papai. Não sabe como eu senti a sua falta.
– Respondeu July apertando a sua mão.
__Eu também. Trouce uns bolinhos e outras delicias daquela
confeitaria da rua 12 que você gosta. Há mais uma caixa. Vindo com o outro
espécie. Que estava trazendo algumas coisas que comprei para você. – Disse o
Juiz a sua filha. Alisando o cabelo da mesma. Sentia tanta a falta da sua
filha. Era algo que consumia os dias do Juiz.
__Você é o melhor papai. – Disse com carinho encostando a
sua cabeça no seu ombro. E foi neste instante que Brass retornou na cozinha com
uma bandeira de plástico contendo 6 cupcakes.
Se sentou do lado de July no sofá. De modo que a garota se
encontrava entre Owen e ele.
__Peguei uma bandeja. – Disse retirando um cupcake e levando
o bolinho confeitado os lábios de July que deu uma grande mordida.
__Céus, isto é muito melhor do que eu me lembrava. – Brass e
Jorge sorriam juntos ao ver a satisfação de Julia.
__Fico feliz que tenha gostado filha, mas temo não ser
portador de muitas boas notícias. – Julia e Brass encaram o homem a sua frente.
Ambos calados e sérios.
__Por favor. Fale. – Disse Brass segurando o rosnado que se
formava em sua garganta.
__John. Ele sabe que dei baixa dos seus documentos. Estou
tentando convence-lo que parei as buscas por você. Margaret esta me ajudando. Er...
ele achou... quer.. errr... – Owen respirou fundo. – Que eu Margaret estamos
tento um caso.
Julia começou a rir e Brass olhou para a companheira
confuso.
__Estou dando maior força ao casal. – Respondeu.
__Acho melhor vocês serem cautelosos. Não vai demorar até
esta bomba vazar na imprensa. E estou fazendo o quase impossível para manter em
segredo. Se preparem.
Com esta declaração ele deixou Julia e Brass com rostos preocupadas. July sentia que vinha algo grande pela frente.






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