
Oitavo Capitulo
Cicatrizes
Brass se chutou mentalmente. Havia feito um belo plano mental de conhecer sua companheira de forma suave, mas pelo que percebeu o tiro saiu pela culatra. A mulher respirava devagar como estivesse dormindo. Desmaiada. – Constatou.
Deprimente que seu primeiro contado com a mulher havia sido tão vergonhoso.
Atravessou o corredor. E entrou no seu quarto Abriu a mala e pegou um jeans. Vestiu a calça e caminhou de volta em direção ao corredor. Parou ao lado do corpo da mulher desacordada. Pegou no colo.
O cheiro da fêmea o envolveu. Que fez com que seu membro se torna-se ainda mais rígido. A pele suave e fina contra a sua causava sensação boa. Queria se esfregar nela como um gato na perna do dono. Brass piscou diversas vezes com pensamento. Ele era um canino!
Colocou a mulher na cama. Os cabelos loiros se espalharam no travesseiro. Em uma poltrona ao lado da janela viu havia as botas ortopédicas e uma cinta bori e uma pulseira ortopédica. Também havia remédios na cabeceira.
Puxou a manta azul que cobria a cama, e com ela á cobriu. Saiu do quarto da mulher e caminhou até a sala. Sabia que havia álcool em algum lugar da casa por causa da lareira. Seu pensamento era sobre o corpo da mulher no andar de cima. Não sabia o que qualificara como sendo o pior. Pensar em seu corpo corado. Ou nos olhos azuis. – Ambos o deixava enlouquecido.
Lembrou de que Slade falando que passou apenas alguns minutos com Trisha e já havia sido o bastante para prendê-lo. Se não para se logo de pensar deste forma como cumpriria a promessa que fez a Joyce.
O macho espécie respirou fundo. Soltou o ar. Parou de andar quando estava atravessando a portal abaixo da escada. Visualizou a cozinha. Passou as mãos no cabelo e segurou sua nuca. Procuro por algo dentro de si mesmo, mas tudo que foi um desejo maluco pelo cheiro da sua companheira.
Minha. Só minha! – Pensou. Um rosnado profundo escapou da garganta de Brass. – Não! Ela não é minha! Fora dos limites.
Balou a cabeça para dissipar este pensamento. Voltou a Andar e chegou a cozinha.
Os armários eram de alvenaria e as suas portas eram de madeira envernizada. Em baixo da pia e do balcão que se estendia a toda parede havia outro armário. Foi até ele abaixou e o abriu. Havia vários matérias de limpeza e em um canto viu álcool em gel ao lado do liquido.
Pegou a garrafa de álcool em Gel fechou a porta do armário em baixo da pia. Endireitou-se caminhando em passos largos.
Não demorou muito para o Nova espécie chegar ao quarto. July continuava descordada. Brass abriu a garrafa e pegou a ponta de uma toalha branca em cima da cabeceira da cama. Colou o álcool e levou ao nariz fino e moreno.
Aos poucos a mulher começo a voltar a si. Piscando várias vezes os olhos.
__Oi – Disse Brass os ver os brilhantes olhos azuis.
__Brass. – Respondeu July quase sussurrando se sentando na cama. Com as costas contra a cabeceira da cama. A colcha que a cobria caia até o nível da sua cintura.
Brass olhou para os Seios fartos a sua frente. Aquilo não era uma boa coisa. Continuou a encarar hipnotizado. July sentiu o olhar de Brass em seu colo e finalmente se deu conta que ainda estava de calcinha e sutiã.
Algo dentro de July dizia para ela se cobrir, mas também havia uma outra parte dela, uma parte dela, algo afagava o seu ego de mulher. O olhar do macho sobre os seus seios era caloroso. July se perguntou se alguma vez se sentiu assim. John quase nunca a permitia usar lingerie mais coloridas ou ousadas. Ele dizia que não era adequado para uma mulher casada.
Ele nunca a olhava daquela forma. O olhar de Brass era perigoso quase mortal. A olhava com admiração. Como se houvesse algo em especial dela. E havia muito desejo. Quase borbulhante em seus olhos. Os olhos castanhos eram capaz de refletir a chama interna do macho. E July sabia o quando sexualmente ativo os novas espécies poderiam ser.
Mais alguns segundos se passaram com ambos em silencio. Apenas o som da respiração de ambos. Quando finalmente July se cobriu. Talvez tinha se passado não muito mais que 30 segundos. Para ambos passaram arrastados como horas chatas.
Na mente de Brass a visão de July era quase resplandecente. Nunca em toda a sua vida havia experimentando a sensação de se sentir quase pronto para atacar uma Fêmea. Estava pronto para cobrir July com o seu grande corpo. Para toca-la até ela estar completamente convencida de deixa-lo ama-la.
Entretanto em sua mente surgiu o relance do corpo de Trisha nu. Tudo voltou. O quando a desejou. Dos sonhos que se permitiu sonhar. Quando viu Trisha a primeira vez. Frágil depois do horror que ela havia passado na floresta. De ter o corpo dala em seus braços. Do tempo em que ficou com ela, cuidou dela como se fosse sua. E no fim ela estava gravida de Slade.
E se July estivesse gravida do marido. Se ele percebe-se que errou e ela volta-se para ela. Brass havia sofrido muito para criar a casca que hoje envolvia seus sentimentos. Não passaria novamente pelo que passou com Trisha.
__Desculpe-me estar desta forma. – A voz macia e doce da mulher despertou Brass do seu transia. Ele tentava vencer uma luta interna contra o seu corpo dizia para toma-la e sua cabeça dizendo para que ele partisse dali o mais rápido o possível.
A voz de Julia não ajudava muito. Ouvi-la fez Brass sentir o seu corpo clamando mais e mais por ela.
__Acho que também não estava no melhores trajes. – Disse Brass.
__Ontem á noite estava muito cansada e com muitas dores. – Falou desviando o olhar para a parede atrás do Macho NE. – Meus ossos ainda estão fracos e estou voltando ao meu peso. O Médico disse que natural as dores e disse que com a fisioterapia melhoraria. Estou quase sentindo saudades do gesso.
July tentou soar mais descontraída o possível falando sobre suas dores. Não Queria que o macho imaginasse que ela era um peso morto. Ou que ela seria uma doente invalida que só sabia reclamar.
__Pensei que estava dormindo. Por isto não me preocupei em não colocar uma vestimenta complementa. Ontem à noite não dormi muito mais que um par de horas e gostaria de dormir um ciclo completo sem interrupção. – Uma pontada atingiu July . Cortou sua alma perceber que estava atrapalhando o sono do seu novo “marido”.
__Desculpe. – Pediu a Brass.
__Você não atrapalhou. – Tentou consertar ao perceber que havia saindo um pouco ríspido.
__Pode pegar para mim um vestido dentro do Closet? – Pediu Julia a Brass.
Ele percebeu que algo havia variado na voz doce da garota. A ele sua voz lhe soou magoada.
_Onde? – Perguntou. Ela apontou a porta na parede a direita. Atravessou o quarto abriu a porta e viu o pequeno armário bastante organizado. Havia um preto com estampa de flores. Ele pegou e Voltou a caminhar pelo quarto.
Esta cama era menor que a sua de solteiro. Havia vários remédios por todos os lados. E um pequeno vasinho de flores murchas.
__Aqui. – Falou Brass para July ao entregar o vestido em suas mãos.
__Obrigada. Poderia fazer a gentileza de se retirar do meu quarto. – Respondeu July.
Brass percebeu que realmente havia magoada os sentimento da Humana. Não era sua intensão ser grosso, mas seu corpo estava em chamas. Ela sendo receptiva a ele tornava tudo malditamente convidativo.
__Claro. – Respondeu apenas. E saiu.
July Viu a porta atrás de si e uma lagrima solitária caiu dos seus olhos. Imaginou que o Macho espécie seria como Harley; Suave e divertido. Ou Moon amigável.
Brass era duro. Estou livre de John, mas Brass é quanto frio quanto ele. – Pensou Chateada.
Já Brass saio do quarto se chutando mentalmente. Havia prometido a Joyce que seria um bom macho. Que não iria ataca-la. E acabou por deixa-la magoada.
O que é melhor: Deixa-la pensar que um fardo ou fode-la com força até ela ter uma criança minha no ventre. – Pensou Brass e concluiu. – Foder. Com certeza foder.
Desceu as escadas. Observou mais uma vez a casa. Gostou de como a cabana parecia agora.
Há casa havia um ar rustico. Mas aconchegante.Talvez pudessem ficar ali permanentemente. Havia várias caixas com seus livro chegando da força tarefa. Olhou bem para as paredes da sAla E tentou imaginar como faria uma estante bonita para instalar naquela sala.
Sentou-se no sofá e olhou para o quadro de cavalos em baixo da lareira. Era quadros cavalos selvagens atravessando um córrego. Estavam cercados pelo floresta. Olhar para o quarto o fez se senti livre. Um sensação de que os anos em Marceli jamais existiram. Que ele apenas um homem.
Sem título ou rótulos. Era apenas livre. Fechou o os olhos e começou a sentir os olhos pesarem.
“Ouvi as gotas pingando fora da sua sela. Podia ouvir cada gotinha que morria ao cair no chão de metal lixado.
Podia também ouvir o barulho dos outros gritando enlouquecidos pelas drogas de procriação. Não havia este tipo de Droga para ele. Não havia Fêmeas para ele.
Sua visão era turva e embasada. Via os grandes vultos brancos passarem pela sua cela. Ouvia suas vozes.
__Está sedado. – Perguntou.
__Esta. – Respondeu o outro técnico. Tudo que vi era Duas grande e largas borras branca.
__Hey! Aberração. Tosa o pelo da cabeça. O doutor quer resolveu que vai abrir ela mesmo. – A voz era tão forte e estranha. Conhecia o Técnico. – Ouviu o barulho da máquina. O zumbido. E viu as borras caírem juntamente com algo vermelho...”
__NÃO – O grito acordou Brass do seu sono. Julia – Pensou Alarmado. Subiu as escadas correndo. A passos largos e rapidamente estava em sua porta. A abri com facilidade uma vez que não estava trancada e a viu se retorcendo na cama.
Seus olhos permaneciam fechados. Brass se aproximou da cama e a pegou com cuidado nos braços a chamando pelo nome. Notou que seus braços estavam mais grossos dês da última vez que os tocou e sua pele extremamente macia.
__Julia! – Chamou mais uma vez vendo que ela não despertava. Logo seus olhos se abriam e os braços da mulher envolveram o seu pescoço.
__Brass. – Sussurrou para ele assustada.
__O que Houve? – Perguntou o Nova espécie.
__Pesadelo. – Respondeu com a voz embargada.
__Acabou. Fique clama. – Tentou Brass para acalma-la. Quando foram soltos muitos tiveram problemas com os pesadelos constantes. Em reposta ela apenas apertou mais os braços ao redor do seu pescoço.
Ficaram assim por alguns instantes. Quando ela o soltou Brass sentiu a negativa de seu corpo ao ato. Gostou de ter a pele de mulher contra a dele. O macho percebeu o quanto o simples toque de July o atormentava.
Brass deu alguns passos para longe da beira da cama. Respirou fundo. O quarto tinha um profundo cheiro que exalava da fêmea e isto o deixava quase fora de si. Um rosnado escapou entre seus lábios.
__Já estava tarde. Estou com fome. Quer jantar ? – Perguntou tentando encontrar algum tipo de civilidade em seu tom voz. Mas suspeitou que já estava consumido demais pelo seu lado animal. Ele queria tela abaixo de corpo e com seu pau indo fundo e lento dentro dela.
Pelo cheiro que envolvia a atmosfera do quarto ele imagina qual seria o seu gosto. E faria ela dar o seu creme apenas para ele. Várias e várias vez no mesmo dia. Mas um rosnado de formou no fundo do tórax grande do NE.
July o encarava entre um misto de medo e curiosidade. Brass era Grande e bastante proporcional. Havia desmaiado ao ver o quando “Proporcional” ele era. Tinha a pele morena bronzeada. Cabelos pretos e olhos castanhos escuros. Tinha grande Braços assim como pernas muito fortes. Seu tórax era extremamente musculoso.
Musculosos nunca foram o tipo de July. Ela era apenas uma nerd na escola e ajudava em abrigos e orfanatos no seu horário vago. Criada pelo pai – Demorou para interessar-se por moda e maquiagem. Estava muito mais interessada em ajudar pessoas. Um homem como Brass, na adolescência jamais sairá com ela. E na faculdade as coisas não mudaram quase nada.
E agora ela estava casada com um quente e grande novas espécie. Proporcional por todos os lados.
__Sim. Adoraria. – Respondeu July.
Brass se aproximou da cama. Retirou a colcha de cima de Julia.
__Se não se importa. -- A pegou no Colo. E a colocou sentada na beira da cama. – Vou te ajudar a colocar as contrições.
__Ok. – Respondeu.
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Brass serviu o Jantar para July que estava sentada na cabeira a sua frente. As pernas estavam imobilizada pelas Botas. Assim como Tronco pela cinta abaixo do vestido e o Braço pela Tala. Ela Sorriu olhando para o prato de macarrão com queijo.
__Amo macarrão com Queijo. – July lhe lançou um olhar quase infantil. O que deixou Brass contente. Ela deu uma garfada. E depois outra.
__Serio Esta muito Bom ! – Sua voz saiu fina e empolgada. Brass que observa de pé a mulher comer com vontade.
Pegou o bife e o colou no prato. Estava como ele gostava . Mal passado e cru por dentro.
__Lamento que esteja limitado ao macarrão com queijo. Além deles só os bifes. – Falou o macho se sentado a frente de July.
__Bom eu posso te ensinar. Não posso ficar de pé por muito tempo ou fazer esforço com o braço, mas poso de orientar. – Seu olhar foi ao seu prato. – Se você quiser é Obvio. Não me importo em comer Macarrão com Queijo. Já fez muito por mim Brass.
Brass engoliu a comida. E respondeu.
__Acho que fui grosso mais cedo. Desculpe-me. Não me importo em te ajudar. Você precisa de ajuda. Não esteve todo aquele tempo presa em porão porque quis. – July continuou olhando para o seu prato evitando encarar Brass.
__Não quero ser um incomodo. – Respondeu July.
__Não é. Você ajudava as pessoas que precisavam quando está lá fora , não é? – Fez uma pausa. – Agora você precisa de ajuda e vou te ajudar. Coisas boas sempre acontece com pessoas boas July.
July ergueu a cabeça encarando o macho espécie. Havia repetido esta frase milhares de vezes para as pessoas da qual suas instituições ajudavam.
__Quem lhe falou isso? – Perguntou curiosa.
__Uma mulher que nos ajudou no deserto. Antes de estarmos em Homeland. – July sorriu.
__Acho que ela foi ajuda pela gente então ... Sempre falo isto para muitos que nos procuram ajuda. – Disse July e Brass sorriu.
__Ela me deva livros. Disse que ajudaria o tempo passar mais rápido. E realmente ajudou. De alguma forma July e bem sempre retorna . Assim como o Mal que praticamos. É ciência. Uma Lei física . – A Voz de Brass era profunda e grossa. July sorriu.
__Conhece as Leis da física. Clássica ou moderna? – Perguntou curiosa.
__Sim. Eu sempre lhe pedia Livros e quando os de romance acabaram ela começou a me trazer os antigos livros escolares dos filhos dela. – Respondeu o Macho. Gostava de ler . E Ciências o interessava.
Uma parte de Brass também queria mostrar a ela que não era apenas uma montanha de músculos. Apenas um oficial nova espécie que só sabe bater. Gostaria que ela o achasse interessante.
Isto facilitaria as coisa. Trazer tudo que aprendeu nos livros de volta a memória recente era muito melhor que pensar na imagem de July semi nua.
__Sempre achei Física interessante, Mas sempre foi apaixonada por matérias de eixo social. Sabe... Ajudar as pessoas sempre foi o meu grande lance. – Disse dando um meio sorrio. E voltou comer.
Brass sorriu. Pessoas também eram seu grande lance. Na verdade July seria seu grande lance. Teria que se desculpar com Joy. Mas havia decidido que Julia seria Dele. Custe o que custar.






4 comentários:
Continue cada capítulo está cada vez melhor.
Carllotte eu adorei o capítulo , e intrigada com o rumo dos acontecimentos , Será que Joy achava mesmo que Brass iria viver com uma humana que precisa amar ,e ele cheio de desejo de ter a própria fêmea!? Estou amando o fanfic , e cada vez mais a minha idéia de que vc é mara escrevendo só aumenta!!!! Bjos e rumo ao 9 capítulo....
Margatyelen Matos e Janyne - Primeiramente muto obrigada pelo carinho de vocês .. E Janyne a Joy ta viajando na batatinha né .. se Ela acho que logo logo o Bras não vai dar uns amasso na July kk Beijos e obrigada por comentar meninas <3
*o* OMG, estou apaixonada por esse capt. em especial, quer dizer, Adeus sonhos quentes com Trisha e olá "TiacaTiacaNaBuchaca" com July kkkkk's mal posso esperar para ver o prox. capt. que maldita instrução aquela psicóloga deu a essas alturas sem aquilo de "ELA ESTA MALDITAMENTE TRAUMATIZADA, NÃO A TOQUE" Brass não teria se limitado tanto por conta de uma bota ortopédica e aquelas parafernálias todas, ou teria???
*-* Flor, parabéns por mais um perfeito capt. com tiradinhas fodas como: Queria se esfregar nela como um gato na perna do dono. .... Mas que droga eu sou canino kkkk's Surtei rindo.
Bjkitas :*
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